Em que Cremos

 Cremos que não há salvação sem arrependimento (At 3.19,20 e 2 Co 7.10), não há arrependimento sem convicção de pecado (At 17.29,30), nem convicção de pecado sem que o pecado seja confrontado com a santa Lei de Deus (Rm 3.19,20, 7.7-25).

Cremos que todas as pessoas são igualmente pecadoras (Rm 3.23, Sl 14.1-3 e 1 Jo 1.8-10) e que possuem contra si uma sentença de morte (Rm 6.23) e que a chave bíblica para convencê-las disso, através da operação do Espírito Santo, é a apresentação da santa Lei de Deus (Rm 7.12-13) como padrão de moralidade para o dia do julgamento (Hb 4.13, 9.27, Ec 12.14 e Sl 5.4-6).

Cremos que a graça de Jesus só se torna realmente maravilhosa quando a gravidade do pecado e a iminência da condenação são ressaltadas (Rm 5.20 e 1 Ts 1.10).

Cremos que a mensagem de arrependimento é dirigida também às igrejas, que deve se arrepender dos seguintes pecados:
> A omissão em evangelizar;
> Ter transferido para os pastores, missionários e grandes conferencistas e, ainda, para os cultos comunitários a responsabilidade de cada crente em pregar a Palavra de salvação aos perdidos;
> Ter excluído do chamado “plano de salvação” a pregação da santidade de Deus, o confronto sério do pecado e a proclamação do juízo vindouro.

> Ter se contaminado com as ideologias da pós-modernidade e, com isso, ter tentado equiparar o Senhor Jesus Cristo a apenas mais um item para a satisfação pessoal do homem (“Aceite a Cristo que Ele poderá ter dar isso ou aquilo...”);
> Ter centralizado o evangelismo no homem a ponto de inverter por completo a noção do que seja o Senhorio de Cristo, fazendo com que o homem “aceite” a Jesus, e não contrário (“Eis que estou a porta e bato” é uma mensagem dirigida à igreja, e não aos perdidos);
> Ter disseminado a ideia de que evangelizar é uma tarefa muito difícil, ideia essa que mais parece uma tentativa de alívio de consciência de quem não faz nada do que um lamento realmente sincero de quem se esforça para evangelizar e não consegue, além do que mais uma vez centraliza o evangelismo no homem, nesse caso, nos crentes.